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Mãe pode contribuir para que filho seja obeso
Crianças que não encontram segurança emocional nas mães na primeira infância podem se tornar obesas quando chegam à adolescência. Esta é a conclusão de estudo que acaba de ser publicado nos Estados Unidos e que se focou no tipo de relação mantida pelas mães com seus filhos, concluindo que quando menor for a segurança do filho, mais propensão ele terá à obesidade.
De acordo com os pesquisadores, dentre as crianças que tiveram um relacionamento emocional complicado com a mãe, mais de um quarto acabou se tornando obeso. Os que se sentiam seguros, no entanto, têm menor propensão à obesidade, com 13% dos adolescentes apresentando esta tendência.
Os cientistas identificaram, ainda, que é por volta dos quatro anos e meio que a segurança emocional faz a diferença. Se a criança se sente segura, as coisas caminham de forma normal. Se não, há uma junção de fatores que acaba contribuindo para levar à obesidade, dentre eles o controle emocional, o stress, o apetite e a energia da criança.
A constatação de que um mau relacionamento emocional pode contribuir para que tenhamos adolescentes acima do peso, não faz com que os cientistas critiquem os pais. Acham, no entanto, que encontraram um caminho que pode levar à segurança emocional da criança e, com isso, contribuir para que não seja um adulto obeso.
O que os pesquisadores observam é que, muitas vezes, os problemas da mãe – ou dos pais – com o filho é influenciado por questões externas, que ela não controla. Mas observam que, olhando o lado da sociedade, é preciso pensar em como melhorar o relacionamento mãe-filho, de forma a que se faça a prevenção da obesidade.























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